Ministro da Fazenda confirma fim da Cide para diesel. Governo espera, no entanto, aprovação da reoneração no Congresso
Petrobras anuncia queda nos preços da gasolina e do diesel. A redução será nas refinarias e entra em vigor quase que imediatamente
Falta apoio a mulheres com câncer no local de trabalho, aponta estudo. Quase metade das pacientes com câncer de mama abandona o emprego. Pesquisa aponta que falta suporte no ambiente de trabalho para as mulheres com câncer de mama. Segundo o levantamento, 78% das pacientes relataram que, após receberem o diagnóstico da doença, faltou apoio da empresa onde trabalham.
Educação a distância cresce mais que presencial, mas não é 1ª opção segundo ABMES
Zuckerberg pede perdão no Parlamento Europeu por vazamento de dados
Ribeirão sedia o 7º encontro Filatélico e Numismático na sede da ACLE. O encontro reune colecionadores de selos, moedas e cédulas Encontro Filatélico e Numismático passou a fazer parte do calendário oficial de eventos da cidade
Segurança da prova do Enem é a principal preocupação do MEC, diz ministro.
Obesidade: cartilha preconceituosa será recolhida em São Paulo
Sérgio Cabral é denunciado pelo MPF na Operação Pão Nosso
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes marcou para a próxima quarta-feira (19) o depoimento do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral na investigação aberta para apurar o uso de indevido de algemas durante a transferência deste para um presídio em Curitiba. Na mesma decisão, Mendes, relator do caso, determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) indique um procurador para participar da audiência. Na semana passada, o inquérito foi aberto por decisão da Segunda Turma e por sugestão do próprio relator, que pediu também para ficar com o comando do processo. No dia 10 de abril, por 3 votos a 2, o colegiado decidiu que o ex-governador deve retornar ao sistema penitenciário do Rio de Janeiro. Com a decisão, o colegiado anulou a decisão do juiz federal Sérgio Moro, que determinou a transferência de Cabral para um presídio na região metropolitana de Curitiba, onde o ex-governador também responde a processos penais no âmbito na Operação Lava Jato. Cabral é réu em mais de 20 processos e está preso preventivamente por acusações de corrupção. Em janeiro, durante a primeira transferência do Rio para Curitiba, Cabral foi transportado com algemas nas mãos e nos pés, e na parte traseira da viatura da Polícia Federal (PF). Além disso, as algemas das mãos estavam presas a um cinto, impedindo a livre movimentação dos braços. Ao transferir Sérgio Cabral para um presídio em Curitiba, Moro atendeu a pedido do Ministério Público Federal (MPF), ante constatação de supostas regalias ao ex-governador na unidade em que estava preso no Rio, como entrada de alimentos proibidos, uso de aquecedor elétrico, chaleira, sanduicheira, halteres, dinheiro além do limite permitido e colchões diferenciados fod das demais celas. Ao tomar conhecimento do ocorrido, o juiz pediu esclarecimentos à Polícia Federal sobre os motivos do uso de algemas. Em seguida, o delegado responsável pelo caso disse que a transferência de Cabral foi realizada desta forma para garantir a segurança da operação. Segundo a PF, o mesmo procedimento foi adotado em situações semelhantes, “não fazendo distinção entre custodiados tendo em vista seu poder econômico ou status social”.