Conselho da S/A se reúne e Léo Franco permanece

Conselho da S/A se reúne e Léo Franco permanece como diretor de futebol do Botafogo O Conselho de administração do Botafogo Futebol S/A

Conselho da S/A se reúne e Léo Franco permanece como diretor de futebol do Botafogo

O Conselho de administração do Botafogo Futebol S/A se reuniu na noite desta terça-feira (02) e decidiu que o diretor de futebol Léo Franco permanece no cargo.

O presidente do Botafogo Futebol S/A que ainda acumula a presidência do Botafogo FC Gerson Engracia Garcia tem autoridade para trocar funcionários de qualquer escalão, porém se absteve de tomar a decisão, sabe-se lá por quais motivos, e deixou com que o assunto fosse para a sala de reuniões do Conselho de Administração que é formado por 04 botafoguenses, Gerson Engrácia, Rogério Barizza, Luiz Pereira e Miguel Mauad, 02 da Trexx, Adalberto Baptista e Luiz Fernando Baptista Ramos, além de 2 independentes, José Armando Calderaro e Gustavo Cecilio Vieira de Oliveira.

Não há informações sobre os números da votação, nem se todos participaram da reunião, mas o que se sabe é que os 04 do Botafogo FC que representam 60% na sociedade estavam presentes, Gerson, Barizza, Luiz Pereira e Miguel Mauad e que os votos pela permanência de Léo Franco foram vencedores.

Responsável pela montagem do time que escapou do rebaixamento no campeonato paulista da primeira divisão na última rodada, Léo Franco ganhou a antipatia de toda a torcida botafoguense por motivos diversos.

A decisão de reformular o elenco em 97%, ignorando o pedido do então técnico Léo Condé que implorava para que uma base fosse mantida, a contratação de atletas fora de forma, lesionados e de baixa qualidade técnica que chegaram nestas condições a cerca de 15 dias para a estreia no paulistão e pior ainda, com a tabela indicando a disputa dos 06 primeiros jogos em 20 dias, ou seja sem tempo para recuperar os lesionados, nem para dar forma física aos outros, aliado a perda de atletas de qualidade superior por pequenas diferenças salariais e ainda sem qualquer empatia ou cordialidade com os funcionários de baixo escalão, foram só alguns dos motivos da revolta dos torcedores para com o cartola.

Léo Franco tem posição de diretoria, ganha algumas dezenas de milhares de reais sem dar qualquer tipo de retorno ao clube, seja financeiro, ou mesmo com produtividade. Mesmo assim ninguém tem coragem para atender a torcida e promover a mudança da direção do futebol, fato que ficou comprovado após a reunião do Conselho de Administração da S/A que optou por mante-lo no cargo.

A dúvida que fica no ar é, o que há por trás dessa história? Afinal nenhuma empresa séria e responsável admite que um funcionário, seja em qual escalão for, cause prejuízos financeiros e morais a companhia, como por exemplo o gasto de centenas de milhares de reais oferecidos como prêmio para os jogadores pela fuga do rebaixamento, verba que não estava no planejamento, caso contrário teria sido utilizada para contratar atletas de melhor nível.

E ainda há outros prejuízos, como por exemplo a indenização pela rescisão contratual de vários atletas que foram contratados até o final do ano e que não têm a menor condição de permanecer no elenco para a série B do campeonato brasileiro.

A posição tomada pelo Conselho de Administração ignora totalmente o clamor de sua torcida que há semanas promove campanhas diárias nas redes sociais pela troca na diretoria de futebol. Pedidos, apelos, súplicas, faixas no estádio e até abaixo assinado estão sendo feitos pedindo a saída de Léo Franco que neste momento parece ser mais importante para a S/A do que a torcida inteira do clube.

Momentos após a reunião da S/A, Gerson Engracia definiu em outra reunião, desta vez com a atual diretoria eleita e conselheiros que não vai usar a prerrogativa definida pelo novo estatuto que lhe garantia a permanência no cargo de presidente eleito até novembro, obrigando o conselho deliberativo a convocar eleições para os próximos dias. Gerson anunciou também que vai pedir renuncia do cargo de presidente do Botafogo Futebol S/A.

Os dois cargos de presidente não precisam ser preenchidos com a mesma pessoa, portanto o clube deverá sofrer mudanças nas duas posições.

Por ironia do destino, o torcedor vai ter que se acostumar com a ideia de que sai um bom presidente, mas fica um mau diretor de futebol.

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4 Comentários

  1. imagino eu que esse cargo de diretor de futebol dado a leo franco,seja apenas p justificar salario alto, pois pelo que imagino ele seja apenas um gerente de futebol, que funçao seria executar parte burocratica(meio de campo entre diretoria e outros deptos no futebol,,,e que contrataçao de jogador seja responsabiolidade da diretoria, e ele apenas faz contatos e fecha negocio algo assim…. e portanto ele nao deve ter nehuma culpa na formaçao da equipe ou pouca culpa.

  2. Quero esclarecer, que não houve nenhuma votação, em relação à permanência de Léo Franco, na reunião do Conselho de Administração, realizada em 02/04/2019 (terça feira última), da qual participei.
    Miguel Mauad Neto

  3. Quero registrar, que não houve na reunião do Conselho de Administração do Botafogo SA, em 02/04/2019 (terça feira passada), da qual participei, votação pela permanência de Léo Franco como diretor dessa SA.
    Miguel Mauad Neto

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