Errar é humano, repetir é burrice, insistir no erro…

Errar é humano, repetir é burrice, insistir no erro... inadmissível Um show de horrores na arbitragem foi visto nesta quarta no Allianz Parque durante a partida entre Palmeiras x Botafogo pelo paulistão

Errar é humano, repetir é burrice, insistir no erro… inadmissível

Um show de horrores na arbitragem foi visto nesta quarta no Allianz Parque durante a partida entre Palmeiras x Botafogo pelo paulistão. O árbitro Flávio Rodrigues e sua equipe deixaram de marcar três pênaltis legítimos para o time do interior e ainda marcou um pênalti inexistente para o time da capital.

O Palmeiras nada tem a ver com isso, não precisa desse tipo de ajuda, portanto a teoria da conspiração alegada por torcedores apaixonados não se sustenta, porém o “modus operandi” da arbitragem quando um grande e um do interior se enfrentam é a mesma há décadas, nunca se viu, ou ouviu time grande reclamar que foi prejudicado contra time do interior.

Flávio Rodrigues errou ao não marcar um pênalti de Edu Dracena em Pimentinha. O zagueiro empurrou com as duas mãos e ainda deu um “toquinho” por baixo para derrubar o atacante dentro da área. Repetiu o erro ao marcar uma falta fora da área, quando Felipe Melo deu uma solada, daquelas que ainda arrasta o pé para rasgar a coxa do adversário, o atacante Rafael Costa estava com a perna esquerda dentro do área e o pé direito sob a linha da grande área. Flávio Rodrigues ainda repetiria a repetição do erro quando Lucas Lima atingiu Leonan pelas costas, ao subir para tentar tirar uma bola de cabeça dentro da área palmeirense.

O pior ainda estava por vir, Carlos Eduardo fez boa jogada pela esquerda, invadiu a área, levou a bola para a linha de fundo e quando percebeu que não conseguiria fazer o cruzamento, simplesmente caiu e o árbitro sintomaticamente apitou pênalti para o Palmeiras. Bruno Henrique bateu e Rodrigo Viana defendeu, como se fora os Deuses do futebol dizendo a Flávio Rodrigues que aí já era demais.

O Botafogo, resignado se limitou a reclamar sem acintosidade no final do jogo, pois sabe que o sistema é assim. Gritar do deserto pouco adianta.

Agora a FPF vai esperar a repercussão, se houver muito barulho nas redes sociais, ou outra forma de aferir a opinião pública, vai lá e coloca o árbitro na geladeira por uma ou duas rodadas, o que serve como uma espécie de “cala a boca”, depois ele volta e continua tudo como antes. Se não houver nenhum tipo de pressão a entidade faz de conta que nada aconteceu. Talvez Reinaldo Carneiro Bastos ligue para o presidente do Botafogo lamentando o ocorrido e deixando no ar uma esperança de que no próximo jogo as coisas sejam diferentes, mas a verdade é que nada do que se faça vai mudar o sistema, o do interior jamais terá uma disputa justa contra o grande da capital.

Basta agora esperar que a sociedade enxergue de uma vez por todas que tem força suficiente para exigir dos órgãos responsáveis, sejam eles públicos ou privados, a legitimidade de suas responsabilidades. A arbitragem é responsabilidade da FPF e ela deve arcar com os prejuízos causados aos milhares de torcedores, ao clube e ao próprio campeonato.

Recentemente o povo elegeu um presidente da República através das redes sociais, é um caminho para pelo menos manifestar seu descontentamento com eficácia. #vergonhadaarbitragem

O jogo

O Palmeiras tomou a iniciativa do jogo e pressionou desde o início do jogo, criou algumas oportunidades de gol, mas viu o Botafogo se assentar na partida e encaixar a marcação para conter os avanços dos donos da casa. O gol que deu números finais ao placar aconteceu ainda no primeiro tempo, após falha do goleiro Rodrigo Viana que espalmou para o meio da área uma cobrança de falta. Deyverson estava bem colocado, pegou o rebote e bateu no gol para marcar.

No segundo tempo o técnico Léo Condé reposicionou o o time, enquanto Felipão fazia alterações para sacramentar a vitória, mas o Botafogo ficou com a posse de bola e só não empatou por causa de pelo menos duas grandes defesas de Fernando Prass.

O Palmeiras ainda teve duas chances, o pênalti inexistente cobrado por Bruno Henrique e defendido por Rodrigo Viana e uma bola em que Deyverson exagerou na definição ao tentar driblar o goleiro botafoguense que se recuperou e tirou a bola dos pés do atacante.

Ai término da partida os botafoguenses tinham mais para comemorar do que os palmeirenses. Para os palestrinos a vitória foi apertada, além de reconhecerem que os erros de Flávio Rodrigues não permitiram um resultado adverso, enquanto os botafoguenses saíram satisfeitos com o futebol apresentado e com a sensação de que o time foi prejudicado ao extremo pela arbitragem e que do contrário poderiam até ter saído com uma vitória na casa do adversário.

Foto: Raul Ramos/Agência Botafogo

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1 Comentário

  1. Sempre foi assim. E continuará sendo! Ridículo o que os juízes fazem com os times do interior. Parece que eles têm “rabo preso” com os times da capital. Pra falar verdade, uma situação vergonhosa!

Comente à vontade, este espaço é seu! Só lembre-se de ser respeitoso para com quem pensa diferente.